terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O *D* me ligou ontem! Nem acreditei! Eu tava esperando, na beira do telefone uma ligação dele, sem esperanças, já ia dormir arrasada por achar que ele não ligaria. E eis que o telefone toca e ouço a voz dele do outro lado da linha "e aí, mina, tá no trabalho?". aaaaaaaaaaaaaaah, meu coração palpitou! ELE ME LIGOU, ELE ME LIGOU! Dormí feliz! DORMÍ FELIZ!
E acordei hoje com um sorriso no rosto!

E hoje? O que eu faço? Ligo ou deixo queto? Ai, como eu odeio essa sensação de impotência, de não saber o que fazer, de medo de fazer!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Nossa senhora, reencontrei o *D* depois de tantos anos. Eu era uma careta infantil e ele um insano sem limites. Agora somos diferentes, melhores. Eu uma mulher que finge ser forte e ele um cara responsável e obstinado. Quando batí o olho nele, já rolou a sintonia, e depois de uma semana nos beijamos. O beijo...ahhh...o beijo...parecia que só existíamos nós alí. e em volta só era vácuo, oco. Naquele beijo eu esquecí o mundo. E quando mais conversávamos e nos reconhecíamos, mais aquela admiração aumentava, mais curiosa eu ficava por ele e pela vida dele.
Será que foi recíproco?
Ha quanto tempo eu não me sentia assim com uma pessoa! Nem com o *E*, que tenta ha um ano entrar no meu coração rígido feito pedra de gelo.
Mas com o *D* o gelo derreteu.
E agora eu morro de medo dessa sensação e desse sentimento que me pegou de supetão.
E não quero fazer com ele o que faço com os outros que são menos importantes. Não quero estragar tudo. Se é que o sexo pode mesmo estragar. Não quero deixar ele no comando, porque se eu perco o comando, eu me perco. Mas ao mesmo tempo preciso de um homem como ele. Que comanda.
E vou levando isso comigo. Essa confusão na minha cabeça e no meu coração.
Sem saber se vai durar. Mesmo querendo que dure, dure muito.
O mais engraçado é que nesses 3 dias que andamos envolvidos eu não quis mais saber de ninguém. Não me reconhecí. Cadê aquele discurso de alguns 5 dias atrás, Lady?
O *D* me fez joga-lo no lixo e me despertou um sentimento que eu achei que nunca mais sentiria.